quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Centenário da morte de Machado de Assis


Setembro foi um mês particularmente importante na área da cultura e das artes, pois se completou o centenário da morte de um dos escritores mais importantes de nossa história, o carioca Machado de Assis.
De saúde frágil, epilético, gago, Joaquim Maria Machado de Assis ficou órfão de mãe muito cedo e também perdeu a irmã mais nova. Ele não chegou a freqüentar a escola, mas, em 1851, com a morte do pai, tornou-se vendedor de doces. Teve contato com professores e alunos nos colégios. Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender e se tornou um dos maiores intelectuais do País, ainda muito jovem.
São percebidas duas fases marcantes e distintas de sua carreira: o Romantismo e o Realismo. Nessa última fase suas obras vão bem além dos limites do Realismo, como é o caso da obra “Memórias Póstumas de Brás Cubas”.
Após a morte de sua mulher, Carolina Xavier de Novaes, em 1904, o autor entrou em um momento de tristeza em sua vida. Muito doente, solitário e triste, Machado de Assis morreu em 29 de setembro de 1908, em sua velha casa no bairro carioca do Cosme Velho.
Mas suas obras continuam vivas em nossa memória!

Bjôooooo

Um comentário:

Sonia Regly disse...

Oi Carla!!!
obrigada pela linda visitinha, me senti feliz e muito honrada.Gostei daqui, cheio de cultura, informação e novidades.Vou te linkar, ok??/Se quiser me dar a honra de linkar, ficarei feliz.Beijinhos e volte sempre!!!!Linda a postagem sobre o machado de Assis.