segunda-feira, 29 de junho de 2009

Carpe Diem


Sei que todo mundo tem recebido este texto por e-mail, fora as pessoas que leram na Revista Exame, mas ele é tão perfeito, que não resisti e resolvi postá-lo:

Aí um dia você toma um avião para Paris, a lazer ou a trabalho, em um vôo da Air France, e o avião mergulha para a morte no meio do Oceano Atlântico.
Sem que você perceba, ou possa fazer qualquer coisa a respeito, sua vida acabou.
Numa bola de fogo ou nos 4.000 metros de água congelante abaixo de você naquele mar sem fim.
Você que tinha acabado de conseguir dormir na poltrona, ou de colocar os fones de ouvido para assistir ao primeiro filme da noite, ou de saborear uma segunda taça de vinho tinto com o cobertorzinho do avião sobre os joelhos.
Talvez você tenha tido tempo de ter a consciência do fim, de que tudo terminava ali.
Talvez você nem tenha tido a chance de se dar conta disso.
Fim.
Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígios.
Como se jamais tivesse existido.
Seus planos de trocar de emprego ou de expandir os negócios.
Seu amor imenso pelos filhos e sua tremenda incapacidade de expressar esse amor.
Seu medo da velhice, suas preocupações em relação à aposentadoria.
Sua insegurança em relação ao seu real talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada seis meses.
Seu receio de que sua mulher, de cuja afeição você depende mais do que imagina, um dia lhe deixe.
Ou pior: que permaneça com você infeliz, tendo deixado de amá-lo.
Seus sonhos de trocar de casa, sua torcida para que seu time faça uma boa temporada, o tesão que você sente pela ascensorista com ar triste.
Suas noites de insônia, essa sinusite que você está desenvolvendo, suas saudades do cigarro. Os planos de voltar à academia, a grande contabilidade (nem sempre com saldo positivo) dos amores e dos ódios que você angariou e destilou pela vida, as dezenas de pequenos problemas cotidianos que você tinha anotado na agenda para resolver assim que tivesse tempo.
Bastou um segundo para que tudo isso fosse desligado.
Para que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que acaba e não volta a acender mais.
Fim.
Então, aproveite bem o seu dia.
Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis.
Não deixe nada para depois.
Diga o que tem para dizer.
Demonstre.
Seja você mesmo.
Não guarde lixo dentro de casa.
Não cultive amarguras e sofrimentos.
Prefira o sorriso.
Dê risada de tudo, de si mesmo.
Não adie alegrias, nem contentamentos, nem sabores bons.
Seja feliz.
Hoje.
Amanhã é uma ilusão.
Ontem é uma lembrança.
No fundo, só existe o hoje.

Triste, né??? Mas é a pura verdade... Temos que viver o hoje!!! Nos desprendermos do passado... Não sofrer pelo futuro, ele ainda nem chegou!!!E talvez nem chegue da forma que sonhamos... Dar valor a pequenas coisas do nosso dia-a-dia... Não cultivar sentimentos ruins... Tudo passa... E você não morrerá se demorar a passar... O importante é estar em paz com vc mesmo, fazer o bem, tentar ser feliz sem prejudicar ninguém... A sua felicidade só depende de vc.

Fonte: Artigo da Revista Exame: Carpe Diem - Por Adriano Silva 04/06/09.

3 comentários:

Tempestade disse...

Muito interessante esse texto!
E eu não tinha lido ainda!
Beijos Tempestuosos!

Nani disse...

Já li o texto!

Também postei o texto no meu blog!

abraços

Olavo disse...

Seja feliz.
Hoje.
Amanhã é uma ilusão.
Ontem é uma lembrança.
No fundo, só existe o hoje...
Uma verdade sem contestação.
Beijos